sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Águas e margens.
Entre silêncios e águas turvas
Outras metades ou fronteiras
Profética respiração ofegante
Ao longe o desejo ecoa
Aos versos dispersos
A carne podre desce o remanso
A solidão dentro do pensamento
veloz.
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Poema das águas
Essência imprescindível, apenas transferência sob estágios de luz.
Possíveis reflexões absortas
nunca água em flutuante esmero
Atemporal imediato,
inconfundível plenitude
submersa a esmo errante.
Bailarina além das ilusões
as águas ainda estão
em silêncio insatisfeitas...
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
Possíveis reflexões absortas
nunca água em flutuante esmero
Atemporal imediato,
inconfundível plenitude
submersa a esmo errante.
Bailarina além das ilusões
as águas ainda estão
em silêncio insatisfeitas...
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Danilo de S'Acre - Poemas e descrições
Roma, maio 1985
Lápis de cor sobre papel. 80 x 100 cm.
Desfile de poesia, 1990
Esmalte sintético, tinta pva e lápis de cor sobre papel.´
100x80 cm.
Iceberg, 1988
Lápis de cor e colagem sobre papel
100x80 cm.
Efeitos Colaterais (sonoridades), 1995
Mista sobre compensado
120 x 84 cm.
domingo, 23 de dezembro de 2018
A saudade prismática
Vi pássaros gigantes
plantando sementes
Pálidos cansados suados
Vi nuvens gigantes
em cântaros desaguarem-se
Pela terra quente dormente
um cheiro morno de saudade
Olhos iluminados
um prisma verde satisfaz a folha
Como se nada houvesse acontecido.
Fotos e poema: Danilo de S'Acre
sábado, 29 de setembro de 2018
Memória das rochas
Danilo de S'Acre.
Memória, 2018
Nanquim sobre papel
09x20 cm
A dança fóssil
eterna areia
ou mais pedra de sereia
parada no tempo
asas em leque abertas
Sonhos estagnados
Voz de petróleo, teu mel
Enfim leite de rosas
o tempo preservado
na memória das rochas.
Desenho e poema / Danilo de S'Acre
Aquiry, menos asas e pés nas sombras
Sono profundo
Fui ainda mais
Menos asas e pés nas sombras
Pela relva insetos e chagas
No pó da palavra um som
Nas pálpebras fechadas
Lenços de agonia
Uma só lembrança passageira
Nas nuvens de chumbo
Fui ainda menos
Quando amanheci sem membros
Flutuando nas lembranças
Num sono profundo.
Fotos e poema: Danilo de S'Acre
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Danilo de S'Acre / Algumas aquarelas
Sudário
O sangue goteja cintilante
Pela sombra necessária
Onde escondo a máscara rota
Da inércia dispersa em pétalas
Pedras podres
Poesia
Musa volátil, 2018
Aquarela sobre papel
30 x 21 cm.
Musa volátil II, 2018
Aquarela sobre papel
30 x 21 cm.
Sudário, 2018
Aquarela sobre papel
10 x 21 cm
Poema e aquarelas: Danilo de S'Acre
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Algumas pinturas / pequenos formatos Danilo de S'Acre
Um som na fenda, dilacera
As pálpebras de veludo
Desperta a voz e a tempestade
Rasgam-se lençóis em relâmpagos
Agudos raios de águas ácidas
Lágrimas de arco-íris
Sonora vulcânica seiva
Paisagem em véu de noiva
Néctar insolúvel
O som nas sombras, dilacera...
As pálpebras de veludo
Desperta a voz e a tempestade
Rasgam-se lençóis em relâmpagos
Agudos raios de águas ácidas
Lágrimas de arco-íris
Sonora vulcânica seiva
Paisagem em véu de noiva
Néctar insolúvel
O som nas sombras, dilacera...
Diálogos, 2018
Óleo sobre tela
24x30 com
Sonho com serpentes, 2018
Óleo sobre tela
24x30 cm
Dança tribal, 2018
Óleo sobre tela
24x30 cm
"Bocca di rosa", 2018
Óleo sobre tela
40x30 cm
Sensações inesperadas, 2018
Óleo sobre tela
50x60 cm
Disseminações antropológicas, 2018
Óleo sobre tela
24x30 cm
Poema e pinturas de Danilo de S'Acre.
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