As meninas efusivas, 2020
Aquarela e pastel a óleo sobre papel
101x86cm.
quarta-feira, 25 de março de 2020
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Ela e a lua (debruçada na janela)
E a fruta e a lua
Coisa mais ainda
Ela debruçada líquida
na paisagem
Na janela
Poema e foto: Danilo de S'Acre
INSTANTES... Danilo de S'Acre
Instante transparente
tempestade de luz...
Pássaros improvisados
em música e asas
Instantâneas florestas
em nós nascentes...
O bem que te quero
imensidão se perde em sonhos...
(Suavidade seda fruta)
Como nunca inexistente
o talvez submisso
no oceano lilás...
pérolas d'água
olhos de águia e morte.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Águas e margens.
Entre silêncios e águas turvas
Outras metades ou fronteiras
Profética respiração ofegante
Ao longe o desejo ecoa
Aos versos dispersos
A carne podre desce o remanso
A solidão dentro do pensamento
veloz.
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Poema das águas
Essência imprescindível, apenas transferência sob estágios de luz.
Possíveis reflexões absortas
nunca água em flutuante esmero
Atemporal imediato,
inconfundível plenitude
submersa a esmo errante.
Bailarina além das ilusões
as águas ainda estão
em silêncio insatisfeitas...
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
Possíveis reflexões absortas
nunca água em flutuante esmero
Atemporal imediato,
inconfundível plenitude
submersa a esmo errante.
Bailarina além das ilusões
as águas ainda estão
em silêncio insatisfeitas...
Fotopoema: Danilo de S'Acre.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Danilo de S'Acre - Poemas e descrições
Roma, maio 1985
Lápis de cor sobre papel. 80 x 100 cm.
Desfile de poesia, 1990
Esmalte sintético, tinta pva e lápis de cor sobre papel.´
100x80 cm.
Iceberg, 1988
Lápis de cor e colagem sobre papel
100x80 cm.
Efeitos Colaterais (sonoridades), 1995
Mista sobre compensado
120 x 84 cm.
domingo, 23 de dezembro de 2018
A saudade prismática
Vi pássaros gigantes
plantando sementes
Pálidos cansados suados
Vi nuvens gigantes
em cântaros desaguarem-se
Pela terra quente dormente
um cheiro morno de saudade
Olhos iluminados
um prisma verde satisfaz a folha
Como se nada houvesse acontecido.
Fotos e poema: Danilo de S'Acre
sábado, 29 de setembro de 2018
Memória das rochas
Danilo de S'Acre.
Memória, 2018
Nanquim sobre papel
09x20 cm
A dança fóssil
eterna areia
ou mais pedra de sereia
parada no tempo
asas em leque abertas
Sonhos estagnados
Voz de petróleo, teu mel
Enfim leite de rosas
o tempo preservado
na memória das rochas.
Desenho e poema / Danilo de S'Acre
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