quarta-feira, 22 de junho de 2011

Danilo de S'Acre: Sudário.


Sudário, 2001. Mista sobre tela.
Danilo de S'Acre.


Nádegas medievais
Nuas, perfeitas esferas
Carnes deglutidas em libidos
Intransigentes...
Levando às alturas
Repousam agora
Após orgasmos
Estrelas cadentes
Estremecidas ...
Nos dias restantes
Luzes no céu...

Poema quase erótico: Danilo de S'Acre.



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